quinta-feira, 23 de maio de 2024

VERBOS

 Quais são os verbos na Libras?


Os verbos na Língua Brasileira de Sinais (Libras) desempenham um papel fundamental na estrutura das frases, assim como em qualquer outra língua. Na Libras, os verbos são expressos através de sinais específicos, e sua conjugação é realizada principalmente por meio de modificações na expressão facial, no movimento das mãos e na localização do sinal no espaço.

Aqui estão alguns exemplos de verbos comuns em Libras:

Comer:

Sinal: A mão dominante forma um "O" (como se estivesse segurando uma pequena bola) e faz um movimento em direção à boca.

Beber:

Sinal: A mão dominante imita o gesto de segurar um copo e levá-lo à boca.

Dormir:

Sinal: A mão aberta, com a palma virada para o rosto, faz um movimento de fechar os olhos, como se cobrisse o rosto parcialmente.

Trabalhar:

Sinal: As duas mãos, em formato de punho, batem uma na outra (como se estivessem martelando).

Estudar:

Sinal: A mão dominante faz um movimento de bater repetidamente sobre a palma da mão não dominante, como se estivesse folheando um livro.

Ir:

Sinal: A mão dominante faz um movimento de afastamento do corpo, indicando direção.

Vir:

Sinal: A mão dominante faz um movimento de aproximação ao corpo, indicando direção.

Amar:

Sinal: As mãos se cruzam sobre o peito, como um abraço.

Falar:

Sinal: A mão dominante, com a palma voltada para fora, faz um movimento de abertura e fechamento na frente da boca, como se estivesse falando.

Querer:

Sinal: A mão dominante faz um movimento de puxar em direção ao corpo, com os dedos em forma de garra.

Estrutura e Conjugação de Verbos em Libras

Tempo Verbal: Os tempos verbais (presente, passado, futuro) são indicados por modificadores temporais (como sinais para "ontem", "hoje", "amanhã") ou por alterações no movimento do sinal (movimento mais rápido ou repetido pode indicar uma ação contínua ou habitual).

Aspecto e Modo: A expressão facial e a modificação do movimento do sinal (mais rápido, mais lento, repetitivo) podem indicar o aspecto e o modo dos verbos, como se a ação é completada, habitual ou desejada.

Observações

Espaço e Direcionalidade: Muitos verbos em Libras são direcionais, o que significa que o movimento da mão pode indicar o sujeito e o objeto da ação. Por exemplo, o verbo "dar" pode mudar dependendo de quem está dando e quem está recebendo, direcionando o movimento do sinal entre as pessoas envolvidas.

Classificadores: Libras utiliza classificadores, que são sinais que representam classes de objetos ou pessoas e podem ser usados junto com verbos para indicar ações específicas envolvendo esses objetos ou pessoas.

Estes são apenas alguns exemplos e conceitos básicos dos verbos em Libras. O aprendizado completo dos verbos e suas nuances envolve prática e imersão na língua com a ajuda de professores qualificados e material educativo adequado.

 

Quais são os verbos classificadores?


Em Libras, os verbos classificadores desempenham um papel crucial na descrição de ações e eventos envolvendo diferentes tipos de objetos, pessoas e suas interações. Eles são sinais que incorporam informações sobre a forma, tamanho e movimento dos objetos ou pessoas mencionadas.

O que são verbos classificadores?

Os classificadores são sinais que representam categorias de objetos, pessoas ou animais e, quando combinados com verbos, fornecem uma descrição detalhada de uma ação. Esses sinais são altamente visuais e contextuais, e podem variar dependendo do contexto da conversação.

Tipos de Classificadores

Classificadores de Objetos: Usados para representar a forma ou o tipo de objeto.

Exemplo: Para um carro, a mão pode formar um "C" que se move como se estivesse dirigindo.

Classificadores de Pessoas: Representam pessoas e suas ações.

Exemplo: Um dedo indicador pode representar uma pessoa caminhando.

Classificadores de Partes do Corpo: Descrevem ações específicas realizadas por partes do corpo.

Exemplo: Uma mão aberta pode representar uma mão pegando algo.

Exemplos de Verbos Classificadores em Libras

Dirigir um Carro

Sinal: A mão dominante forma a letra "C" (como se estivesse segurando um volante) e move-se para frente, representando a direção do carro.

Caminhar

Sinal: Dois dedos (indicador e médio) da mão dominante fazem um movimento alternado para frente, como pernas andando.

Pular

Sinal: Um dedo (indicador) da mão dominante salta sobre a mão não dominante, que fica plana, representando uma pessoa pulando sobre algo.

Empilhar Objetos

Sinal: A mão dominante empilha objetos invisíveis sobre a mão não dominante, representando a ação de empilhar.

Carregar um Balde

Sinal: A mão dominante faz um gesto como se estivesse segurando uma alça e se move ao lado do corpo, representando carregar um balde.

Abrir uma Porta

Sinal: A mão dominante faz o movimento de girar uma maçaneta e abrir uma porta, com a mão girando e se afastando do corpo.

Como os Verbos Classificadores Funcionam?

Os verbos classificadores em Libras utilizam:

Movimento: Indica a direção e o tipo de ação.

Espaço: Utilizado para mostrar onde a ação ocorre.

Forma da Mão: Representa o objeto ou a pessoa envolvida na ação.

Expressão Facial e Corporal: Adicionam contexto e emoção à ação descrita.

Uso Prático dos Verbos Classificadores

Contexto: A escolha do classificador depende do contexto da conversa. Por exemplo, a forma de um classificador para um veículo pode mudar dependendo do tipo de veículo (carro, bicicleta, avião).

Detalhamento: Os classificadores permitem uma descrição detalhada e visual de eventos, facilitando a compreensão para os usuários de Libras.

Conclusão

Os verbos classificadores são uma parte essencial e dinâmica da Língua Brasileira de Sinais, permitindo uma rica expressão de ações e eventos. Eles utilizam a visualidade e o espaço para transmitir informações detalhadas, tornando a comunicação em Libras altamente eficaz e descritiva. Aprender e praticar esses classificadores é fundamental para a fluência em Libras.

 

quarta-feira, 22 de maio de 2024

INSTITULO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DE SURDOS - INES

 O QUE É O INES?


O INES (Instituto Nacional de Educação de Surdos) é uma instituição federal brasileira dedicada à educação, pesquisa e assistência à comunidade surda. Fundado em 1857 e localizado no Rio de Janeiro, o INES é uma das mais importantes instituições no Brasil para a educação de surdos.

Aqui estão alguns pontos principais sobre o INES:

Educação: O INES oferece educação básica, técnica e superior, com currículos adaptados às necessidades dos estudantes surdos. A instituição possui desde a educação infantil até o ensino superior, incluindo cursos de graduação e pós-graduação.

Formação de Professores: O INES também é responsável pela formação de professores especializados na educação de surdos. Oferece cursos de licenciatura em Letras-Libras e outras formações voltadas para a educação inclusiva.

Pesquisa: A instituição realiza pesquisas nas áreas de educação, linguística e estudos culturais relacionados à comunidade surda. Essas pesquisas contribuem para o desenvolvimento de metodologias educacionais e políticas públicas.

Assistência: Além da educação, o INES oferece serviços de apoio à comunidade surda, como atendimento psicológico, fonoaudiológico e de assistência social.

Divulgação da Libras: O INES é um importante promotor da Língua Brasileira de Sinais (Libras), atuando na elaboração de materiais didáticos, realização de cursos e promoção da cultura surda.

Inclusão e Acessibilidade: A instituição trabalha para promover a inclusão e acessibilidade de surdos na sociedade, através de campanhas, projetos e parcerias com outras instituições.

O INES desempenha um papel crucial na valorização e promoção da educação e cultura da comunidade surda no Brasil, sendo um centro de referência nacional na área.



Qual a origem do INES?


O Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) tem suas origens no século XIX. A fundação do INES remonta ao ano de 1857, quando o imperador Dom Pedro II, sensibilizado pela necessidade de educação para as pessoas surdas no Brasil, decretou a criação da primeira escola para surdos no país. Inicialmente, a instituição foi chamada de Instituto Nacional de Surdos-Mudos.

A criação do INES foi possível graças ao trabalho do professor francês Hernest Huet, que veio ao Brasil com a missão de implementar métodos de educação para surdos que já eram utilizados na França. Huet, ele próprio surdo, trouxe consigo conhecimentos e práticas que foram fundamentais para o desenvolvimento do ensino de surdos no Brasil.


Principais marcos na história do INES:

1857: Fundação do Instituto Nacional de Surdos-Mudos no Rio de Janeiro, por decreto do imperador Dom Pedro II. Hernest Huet foi um dos primeiros professores e o principal responsável pela adaptação dos métodos franceses de ensino para surdos no Brasil.

1937: A instituição passou a se chamar Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES), refletindo uma mudança na abordagem educacional e na terminologia usada para se referir às pessoas surdas.

Século XX: O INES expandiu suas atividades, passando a oferecer desde educação básica até ensino superior, além de desenvolver pesquisas e formar professores especializados.

Atualidade: O INES continua sendo uma referência nacional e internacional na educação de surdos, promovendo a inclusão e acessibilidade, bem como a divulgação da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

O INES tem desempenhado um papel fundamental na promoção da educação e inclusão das pessoas surdas no Brasil, sendo uma instituição pioneira e referência em suas áreas de atuação.

 

terça-feira, 21 de maio de 2024

METÁFORA EM LIBRAS

 O que é metáfora em libras?


A metáfora em Libras (Língua Brasileira de Sinais) é um recurso linguístico que, assim como nas línguas orais, utiliza-se de sinais para representar conceitos de maneira figurada, criando uma imagem mental que ajuda a transmitir significados abstratos ou complexos de forma mais concreta e visual.


Na Libras, a metáfora pode ser criada de várias maneiras, como:


Iconicidade: O uso de sinais que se assemelham visualmente ao que representam. Por exemplo, o sinal para "coração" pode ser usado metaforicamente para representar "amor" ou "sentimento".

Espacialidade: Utilização do espaço à frente do corpo para representar relações ou conceitos abstratos. Por exemplo, a ideia de "altura" pode ser representada com a mão se movendo para cima ou para baixo.

Movimento e Direção: Alterações no movimento ou direção de um sinal podem adicionar significados metafóricos. Por exemplo, um movimento rápido pode simbolizar "pressa" ou "urgência".

Expressão Facial e Corporal: As expressões faciais e corporais são essenciais em Libras e podem adicionar camadas de significado metafórico aos sinais. Por exemplo, uma expressão facial de surpresa pode ser combinada com um sinal para intensificar o impacto da mensagem.


Esses recursos são usados para criar metáforas que ajudam a comunicar ideias complexas e abstratas de uma maneira que é intuitiva para os usuários de Libras, tornando a comunicação mais rica e expressiva.


Significado em contexto - o caso das metáforas na língua brasileira de sinais


No Brasil, a metáfora na língua de sinais brasileira foi tema de dissertação defendida por Faria (2003), onde teceu delineamentos teóricos acerca desse tipo de figura de linguagem, buscando alicerces nos estudos de metáforas na ASL (língua de sinais americana).

Lembrando que a metáfora tem seu fundamento, sua construção, sua inteligência e entendimento alicerçado na cultura de cada falante ou sinalizante de um país, nota-se que os surdos acham estranhas as palavras ditas em português em que há certa peculiaridade nos significados atribuídos pelos ouvintes na sua interação social. Isso acontece com o significado real da expressão dada pelos ouvintes, em que se constrói com base nas relações e ressignificações de cada grupo social, cultural. A seguir apresentamos o trecho de Faria (2003) que refere este fenômeno:

Os vocábulos das línguas, ao serem concatenados, produzem uma infinidade de trocadilhos cujos significados flutuam dos mais transparentes aos mais opacos; dos mais simples aos mais inusitados; dos mais grotescos aos mais poéticos. Essa recursividade encontra-se carregada da cultura vivenciada pelos indivíduos, na comunidade a que pertence. Por isso, muitas vezes, o que se diz é somente entendido por falantes nativos de dada língua ou por quem se encontra imerso nessa comunidade, por anos trocando, tropeçando e descortinando construções e interpretações as mais variadas, originadas no arcabouço linguístico e criativo das trocas comunicativas. Exemplo disso está o fato de que questões culturais incorporadas à LP não têm sido transmitidas naturalmente aos surdos brasileiros, como acontece com os ouvintes que, quando crianças, ouvem expressões ‘estranhas’, mas, aos poucos, vão descobrindo o que realmente elas significam e as naturalizam.

 

No entanto, o foco desta seção está nas metáforas na própria língua de sinais que podem ser de difícil compreensão para aqueles que estão aprendendo esta língua, exatamente pelo mesmo motivo exposto acima. Os ouvintes que estão aprendendo a língua de sinais têm dificuldades em compreender as relações e ressignificações que não partem dos significados dos próprios sinais, mas que apresentam uma interpretação culturalmente estabelecida.

É comum a Língua de Sinais Brasileira recorrer a empréstimos linguísticos para complementar algo ou, ainda, os surdos naturalmente captam a ideia, as significações próprias da Língua Portuguesa e convencionam o sinal semelhante na forma e no sentido, como por exemplo, o fraseologismo “segurar a vela”. Tal exemplo significa que a pessoa não quer ficar “sozinha” com casais ou casal. E os surdos quando souberam da gíria proveniente do universo ouvinte, passaram a adotar a referida gíria na língua de sinais utilizando o sinal de “vela”. Assim estabelece, conforme a autora, uma metáfora equivalente na forma (“segurar a vela”) e no sentido (“não ficar sozinho...”) para ambas as línguas. Da mesma forma, há metáfora semelhante em que é equivalente no sentido, mas diferente na forma.

Por outro lado, há sinais em que não há equivalência na Língua Portuguesa e são originários do universo linguístico criados pelos próprios surdos.

Foi observado como exemplo de caso uma faculdade de Manausi, em que o intérprete sinalizava todas as gírias proferidas por alunos e professores ouvintes e, a partir de então, os surdos começaram a aperfeiçoá-los na forma e no sentido, ocorrendo o fenômeno da metáfora equivalente. Logicamente, que se tratava de empréstimos linguísticos, contudo o fenômeno foi observado. Aos poucos, os surdos tendo uma espécie de “base linguística” para o desenvolvimento de metáfora obtida com recursos utilizados pelos ouvintes, elaboravam outras ainda mais peculiares da cultura surda, resultando em sinais de metáfora diferente. Exemplos: [VASSOURA] = demissão; [INTELIGENTE] com movimento para baixo = burro.

Percebe-se, nesse tempo, que a autora elaborou uma taxionomia fazendo uma comparação entre a língua de sinais brasileira com a língua portuguesa e obteve dados das escolas de surdos do Distrito Federal. Classifica-se a metáfora da língua de sinais na comparação com os seus itens e fraseologismos em contraste com os da Língua Portuguesa.

METÁFORA EQUIVALENTE (equivalente na forma e no sentido): nesse caso, quando contrastam as duas línguas, verifica-se uma igualdade na forma escrita e na sinalizada, como é o caso de “cabeça dura”, cuja escrita é esta e que na sinalizada também remete à sinalização envolvendo a cabeça + o sinal de duro. Com relação ao significado, os dois parâmetros (forma e sentido) se coincidem nas duas línguas: ser teimoso. Outros exemplos:

[CARA-DE-PAU]

[FOLGADO]

[FICAR-DE-QUEIXO-CAÍDO]

[SEGURAR-VELA]

METÁFORA SEMELHANTE (equivalente no sentido, mas diferente na forma): ambas as línguas possuem formas equivalentes, como por exemplo, existe a mímica de uma mão tocando no cotovelo, entretanto o seu significado varia: para a Libras, tal sinal significa ciúme, para a Língua Portuguesa, é uma mímica representativa de dor de cotovelo. Outros exemplos:

FINGIR-NÃO-VER;

ENTRAR-NUM-OLHO-E-SAIR-NO-OUTRO

ESTAR-APERTADO-PARA-IR-AO-BANHEIRO;

ESTAR-COM-DOR-DE-BARRIGA

MORRER-DE-RIR;

CHORAR-DE-RIR

METÁFORA DIFERENTE (diferente no sentido e na forma): comumente oriundo do universo linguístico dos surdos, não tendo correspondência na Língua Portuguesa. Na Língua Portuguesa encontra-se apenas tradução dos sinais

[OLHOS-CAROS] = PESSOA QUE TEM AMPLA ACUIDADE VISUAL, PODE

INDICAR TAMBÉM ESPERTEZA.

[MÃOS-DURAS] = QUE NÃO TEM MUITA FLUÊNCIA EM LS

[MÃOS-LEVES] = QUE SABE SINALIZAR MUITO BEM

O campo de metáforas em língua de sinais brasileira é imenso e necessita ser desbravado do norte ao sul, por todo o Brasil, nós, como professoras, apenas apresentamos estes pequenos exemplos, e o momento é de vocês, alunos, os primeiros graduandos em Letras/Libras!



 

Referência

FARIA, Sandra Patrícia. (2006) Metáfora na LSB: debaixo dos panos ou a um palmo de nosso nariz? ETD - Educação Temática Digital - Vol. 7, N° 2.

FARIA, Sandra Patrícia de. A metáfora na LSB e a construção dos sentidos no desenvolvimento da competência comunicativa de alunos surdos. Dissertação de Mestrado. Brasília, Universidade de Brasília, Instituto de Letras, 2003.

segunda-feira, 20 de maio de 2024

SOLETRAÇÃO RÍTMICA

 O QUE É SOLETRAÇÃO RÍTMICA?




Além disso, em alguns tipos de danças ou performances artísticas, a soletração rítmica pode ser incorporada como uma forma de expressão criativa.

 

NUNCA – NUNA

ACHA – AKA

AR -AR

CHOPP – CP

ALHO – AHO

DUVIDA – DVIDA

VAI – VI

TEXTO – TXTO




Quais são alguns adjetivos em Libras?


Em Libras (Língua Brasileira de Sinais), assim como em qualquer outra língua, os adjetivos descrevem características ou qualidades de objetos, pessoas ou situações. Alguns exemplos de adjetivos em Libras incluem:

  1. BONITO: Gesto realizado próximo ao rosto, com os dedos indicadores se movendo para fora e para cima, representando algo belo ou atraente.
  2. FEIO: Gesto realizado próximo ao rosto, com os dedos indicadores se movendo para fora e para baixo, representando algo que não é bonito ou atraente.
  3. GRANDE: Movimento das mãos afastando-se uma da outra, indicando algo de tamanho grande.
  4. PEQUENO: Movimento das mãos aproximando-se uma da outra, indicando algo de tamanho pequeno.
  5. FORTE: Batida do punho cerrado na mão oposta, representando algo com força ou poder.
  6. FRACO: Movimento suave do punho cerrado na mão oposta, representando algo sem força ou poder.
  7. RÁPIDO: Movimento rápido das mãos para frente, indicando rapidez ou velocidade.
  8. DEVAGAR: Movimento lento das mãos para frente, indicando lentidão ou devagar.

Estes são apenas alguns exemplos de adjetivos em Libras. Assim como em qualquer língua, há uma grande variedade de adjetivos que podem ser expressos por meio de sinais específicos na língua de sinais.

 

Como aumentar o seu vocabulário em Libras?


Aumentar o vocabulário em Libras pode ser alcançado por meio de várias estratégias eficazes. Aqui estão algumas sugestões:

  1. Aulas de Libras: Matricular-se em aulas formais de Libras, sejam presenciais ou online, é uma ótima maneira de aprender novos sinais e praticar com instrutores qualificados.
  2. Prática Regular: Pratique Libras regularmente. Quanto mais você pratica, mais familiarizado fica com os sinais e mais fácil se torna aprender novos.
  3. Conversação com Surdos: Envolva-se em conversas com pessoas surdas fluentes em Libras sempre que possível. Isso proporcionará oportunidades de exposição natural à linguagem e permitirá que você aprenda novos sinais de forma contextualizada.
  4. Recursos Online: Utilize recursos online, como vídeos, tutoriais e aplicativos de aprendizado de Libras. Existem muitos recursos disponíveis gratuitamente que podem ajudar a expandir seu vocabulário.
  5. Dicionários de Libras: Consulte dicionários online ou impressos de Libras para aprender novos sinais e suas definições. Alguns dicionários também fornecem exemplos de uso em frases.
  6. Flashcards: Crie flashcards com sinais de Libras e suas traduções para praticar regularmente. Isso pode ajudar na memorização e retenção do vocabulário.
  7. Imersão Cultural: Participe de eventos e atividades da comunidade surda para vivenciar a cultura e a linguagem de forma autêntica. Isso pode incluir workshops, encontros sociais, teatro e eventos esportivos.
  8. Anote e Revise: Mantenha um caderno onde você possa anotar novos sinais que aprender e revise regularmente para reforçar o vocabulário.

Lembre-se de que aprender um novo idioma, incluindo Libras, requer tempo, prática e dedicação. Seja paciente consigo mesmo e esteja aberto a cometer erros enquanto aprende. O importante é continuar praticando e buscando oportunidades de aprimoramento.

INTERNALIZAÇÃO DO PENSAMENTO POR IMAGENS

  Internalização do Pensamento por Imagens e Conceitos Espaciais para surdos? Esta é uma pergunta brilhante, pois corta o viés "fonoc...